Criei este blog, para poder voltar a fazer algo que adoro, que é escrever! Mas por alguma razão ou várias, acabei por o deixar adormecido no mundo da blogosfera! Renovada, vamos acordá-lo!!!

09
Ago 10

Pois este meu fim-de-semana, que até prometia algum tempo de descanso e alguma diversão, tornou num fim-de-semana chato e entediante.

 

Para começar quase que não sai de casa, tal não era a moléstia. Apenas no Sábado fui passear ao novo jardim do Cacém, perto da estação que a minha mãe me referia, como sendo muito engraçado e que tinha muitos patinhos para o Luís ver. Oh patinhos!

 

Para começar este meu “rico” passeio, tive de ir dar grandes voltas, pois o Cacém está todo em obras e claro está quando o “Sr. Eng.” pensou nos acessos temporários para o outro lado da estação também pensou nos carrinhos das criancinhas que ainda não andam. Ou talvez não! Talvez no Cacém não hajam criancinhas que andem de carrinho empurrado pelos papás!

 

Bem, mesmo por caminhos de cabras, lá fomos nós ter ao dito jardim, que diga-se de passagem até está bastante jeitoso. Uns bancos para nos sentar, enquanto a criancada anda de bicicleta pelos caminhos criados no jardim. Umas mesas para piquenique ou talvez um jogo de cartas e algumas arvores para fazer sombra (mas eram tão pequenas ainda, que de sombra nenhuma!).

 

Pois bem no meio deste dito jardim corre uma ribeira, a qual eu conheci como Ribeira das Jardas em época que estudei na António Sérgio. E se bem me recordo havia alturas em que o cheiro que de lá saía, era horrível. Claro, que pensei logo, que depois de um jardim tão arranjadinho, também a dita ribeira estaria arranjada! Oh Sim!

 

A minha mãe continuava a insistir nos patos! Que ali havia muitos patos e costumava ver a mãe pata com os filhotes atrás e que eram muitos e lá… lá… lá… e talvez os patinhos estivessem escondidos na sombra e lá… lá…lá…

 

Como nem sinal dos patos, começamos a caminhar ao logo da ribeira para ver se encontrávamos os ditos patos e qual não foi o meu espanto quando, encontro bem longe um pato. Mas este confundia-se com um saco preto entre vários que se encontrava entre água e pedras. Quando eu e a minha mãe olhamos melhor o coitado agonizava no meio da água prestes a morrer. E não era ou foi o único que encontrámos, pois mais abaixo lá estava mais 2, mas estes já tinham partido para o mundo do além.

 

Realmente a minha mãe tinha razão lá patos havia, mas estavam todos mortos no meio da ribeira. A minha questão é: e não há ninguém que tire os corpinhos mortos dali? Vão ficar a apodrecer e contaminar as águas que já deixam muito a desejar?

 

Depois da descoberta dos patos rumámos ao Pingo Doce para umas compras e casa, que se estava bem melhor, sem calor e sem a confusão que é o Cacém. (Talvez esteja mal habituada, bem que a minha mãe diz que me mudei para o campo!)

 

No Domingo passei o dia todo em casa, a tentar acertar o sono, pois o meu rico filho, talvez por andar de casa em casa, passa a noite com pesadelos e a choramingar o tempo todo. Durante o dia muito bem disposto, mas depois a dormir choraminga! Aí que porra!!!

 

Resultado: No Domingo à noite estava com uma dor de cabeça imensa e olheiras do tamanho de 2 castanhas. Até parecia que passei o fim-de-semana todo sem dormir.

 

publicado por milcoisasdebettyboop às 11:20
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