Criei este blog, para poder voltar a fazer algo que adoro, que é escrever! Mas por alguma razão ou várias, acabei por o deixar adormecido no mundo da blogosfera! Renovada, vamos acordá-lo!!!

14
Out 10

http://comunidade.sol.pt/blogs/margaridarebelopinto/archive/2010/09/17/As-gordinhas-e-as-outras.aspx

 

À algum tempo atrás encontrei este texto, através de uma amiga! Mais um texto de Margarida Rebelo Pinto. A minha amiga estava bastante irritada com o texto desta Sra., pois para ela era uma enorme difamação e discriminação.

 

Na minha opinião, acho que apenas é a discrição da imagem que vai na cabeça de uma pessoa frustada que provavelmente teve alguns problemas na adolescência. Pela discrição dá-me a entender que a dita Sra. deveria ser uma magra dondoca que vive na hipocrecia de parecer o que não é, pois isso é ser "bem". E como é melhor ser-se "bem" do que verdadeira!

 

A mim não me choca! Pois sou da opinião que cada um deve escrever o que lhe vai na alma, por muito que magoe os outros! E cada um lê o que quer e senão gostou é livre de colocar lá a sua opinião ou então nunca mais ler ou neste caso seguir o belo do blog.

 

Além que não devemos de dar muito interesse a certas coisas, se sabemos que elas são levadas a exageros não fazendo sentido nenhum.

 

Por experiência falo, na minha adolescência e antes de casar, a maior parte das minhas amizades eram rapazes. Sempre assim foi desde o liceu! O grupo geralmente era eu, uma outra amiga e um monte de rapazes. Porquê?

 

Porque sim! Não era gorda, era até bem magrinha! Mas era muito mais fácil lidar com os rapazes, pois eles não passavam a vida a pensar em coisas fúteis e a pensar nas várias dietas e nas calorias que podiam ou não ingerir!

 

Ao pé deles podiamos dizer asneiras sem deixar alguém sem pinta de sangue. Podiamos gritar, berrar e dizer parvoices sem deixar ninguém ofendidos e com cara de horror. Podiamos ser nós próprias!

 

E quando digo nós próprias, digo raparigas normais, que gostam de vestidos e maquilhagem, que andam de salto alto e gostam de música romãntica. Não nos tornámos masculinas e mantivemos a nossa femininalidade.

 

Apenas era mais fácil lidar com eles, do que com as dondocas, que faziam grupos e rivalizavam entre elas. Que pela nossa frente eram muito amigas e nas nossas costas esfaqueava-nos na primeira oportunidade. Que pareciam o que não eram!

 

E não foi por a maior parte dos amigos serem do sexo masculino, que nos envolvemos com eles ou caimos em tentação numa noite de alcool a mais. Aliás era mais ao contrário... (uma coisa boa de nos darmos com rapazes e sermos sinceros, é que eles nos contam tudo) pois as meninas "bem" eram sempre as rodadas pelo grupo dos rapazes. Sempre lindas, puras, que não partem um prato!!! Ah! Partiam, mas era a loiça toda!

 

Pois para mim esta Margarida, na sua adolescência era a magrinha, dondoca, cheia de nove horas. Que pela calada da noite fez tudo o que as outras fizeram (para depois se fazer de santa). E provavelmente esta irritação dela pelas gordinhas, talvez venha porque algum apaixonado de infância preferiu a sinceridade e amizade da gordinha, do que um modelo de menina que vive atrás de uma máscara e nunca foi mulher para a atirar ao ar e assumir que não é vergonha nenhuma sermos quem somos.

 

Mas de qualquer forma a dita, está no direito de escrever a sua imagem distorcida de quem algum dia foi perferida!!!

"Ser gira dá trabalho e requer alguma diplomacia. Que o digam as minhas amigas mais bonitas e boazonas que foram vendo a sua reputação ser sistematicamente denegrida por dois tipos de pessoas: os tipos que nunca as conseguiram levar para a cama e as gordas que teriam gostado de ter sido levadas para a cama por esses ou por outros. Uma mulher gira não pode falar alto nem dizer palavrões que lhe caem logo em cima. Já uma Gordinha pode dizer e fazer tudo o que lhe passar pela cabeça, porque conquistou um inexplicável estatuto de impunidade."

Oh minha sra., quem lhe disse que para ser gira, não se pode falar alto, nem dizer palavrões? Quem lhe disse que as suas amigas não foram realmente para a cama com esses tais tipos? Elas? Elas que não são capaz de ser verdadeiras, que vivem numa constante fantasia que são melhores do que os outros? Elas que nas suas costas passam a vida a dizer mal, em como é magra e sem formas? Elas, que não sabem o que é sinceridade?

 

E quanto às gordinhas? Essas minha querida têm coisas mais importantes para pensar, do que em outras escazeladas que não conseguem manter uma conversa interessante e a a única coisa que as preocupa é a diplomacia de ser gira.

 

Não, não sou gorda! Gosto de pessoas verdadeiras com essência! Detesto pessoas hiprocritas, que não se conhecem, pois passaram a vida preocupadas com a imagem que passam para os outros.


publicado por milcoisasdebettyboop às 23:44

13
Out 10

Alguém me perguntou como é possível, um dia um pai acordar e deixar de "amar" um filho?

 

Durante muitos anos, perguntei a mesma coisa e vivi em busca dessa resposta. Mas hoje eu sei que existem certas pessoas que nascem com incapacidade de amar, de ter emoções, sentimentos. Como a minha mãe disse um dia: nascem vazios!

 

Como infelizmente, muitos nascem com algum tipo de deficiencia física, falta de um dedo, de uma mão ou um braço, este tipo de pessoas nascem sem a capacidade de amar.

 

Muitos vivem casados, com filhos... mas desligados dos sentimentos e se formos analisar bem, vemos que no fundo, no fundo nunca amaram na vida e vivem pelos pequenos prazeres que ela lhes dá... nunca pelos grandes, que é o de amar alguém incondicionalmente.

 

Pode ser anormal, vermos as coisas nesta prespectiva, mas se pensarmos bem, a natureza têm em todo lado estas aberrações e o ser humano não é diferente. Levamos a vida a observar os animais com as suas crias, como as amam e as defendem... mas também encontramos muitos que por uma anormalidade do seu sistema as matam e muitos comem-nas. É a natureza! Por muito que nos choque!

 

A verdade é que hoje que sou mãe, não consigo imaginar deixar de amar o meu filho... de imaginar a minha vida sem aquele ser... aquele pequeno ser que todos os dias tem um carinho, um sorriso e um olhar para demonstrar como me ama.

 

Como alguém disse: é tão fácil, amá-los... seria tão fácil...

 

Ser pai, também é uma capacidade... não é para todos... e é algo que não se aprende com o tempo, é algo com a qual já nascemos e quando temos o nosso filho nas mãos aprendemos a desenvolver.

 

 

 

 

publicado por milcoisasdebettyboop às 14:16

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